terça-feira, 6 de janeiro de 2009

AMAR-TE

Amar-te não tem explicação.
Explicação para quê?
Tudo faz sentido, música que toca nos meus ouvidos, suave melodia. O pulsar do meu humilde coração.
Pele na pele, mão na mão, a minha boca desejando a tua para sempre e loucamente.
Ter-te para mim, junto a mim, os nossos corpos e os nossos corações entrelaçados na mesma emoção.
Paixão.
Amar-te com a fúria de um homem, desejando-te, e suavemente envolvendo-te como uma eterna apaixonada.
Explicação?
O amor não tem explicação: é sentir, querer, desejar, amar, adorar-te.
Explicação?
Não, não. Basta só querer-te e sentir o que é paixão. Aí tu vais entender. Mas não é preciso entender, só entregares-te, deixares-te dominar por este sentimento que invade e que não podemos deter.
O importante é amar-te e guiar-te para o caminho da felicidade eterna.

VERDADE DOS FACTOS

Fala-se de mãos e pés calejados, mas pouco se fala de corações calejados. Portanto, quanta gente há por aí vivendo como se não fosse possível ter sentimentos porque um dia foram magoadas. As pessoas mais duras, que parecem indiferentes ao amor, carinho e ternura, são pessoas endurecidas pela vida. São vítimas de uma dor que não souberam gerir. Uma empresa mal administrada vai à falência, e um coração mal dirigido vai à ruína. Somos nós os gerentes da nossa vida. A nós cabe-nos as decisões importantes que conduzirão o nosso caminho. Já alguém experimentou andar com um sapato apertado? No início as pessoas aguentam, fazem até uma cara bonita. Mas isso nem sempre acontece e depois de algum tempo percebemos que, mesmo se as pedras no caminho podem fazer mal, melhor mesmo é deixar esse sapato de lado, ainda que seja aquele que a gente tanto desejou e até se sacrificou para adquirir. Há pessoas que calejam e endurecem o nosso coração. Fazem parte da nossa vida, mas fazem-nos mal tanto e tanto, que acabamos fechando aos poucos as portas do nosso coração a outras possibilidades. Trancamo-nos dentro dele e vivemos na escuridão da nossa própria sombra. Não devemos deixar de acreditar nas estrelas porque um dia as nuvens escuras encobriram o nosso céu. Se o nosso coração está calejado e endurecido, devemos tentar cuidar dele com mais carinho para ver se vamos a tempo de salvá-lo. Que seja o nosso coração a transformar a atitude dos outros em relação a nós e não o contrário.
È triste e angustiante quando nos tornamos jogadores de interesses que não sabemos o resultado. Não devemos acreditar cegamente em tudo o que nos dizem se não tivermos provas do verdadeiro interesse e qual o resultado pretendido.
Nós seres humanos, somos naturalmente afectivos. Queremos amar, queremos ser amados, queremos expressar o nosso amor, e termos liberdade para essa expressão. A nossa vida gira em torno dos nossos afectos e a maioria das atitudes que tomamos na vida tem por base uma relação afectiva.
Dou uma importância algumas vezes até exagerada à minha vida afectiva. Acontece que se alguma coisa da minha parte afectiva correr mal, todo o resto fica mal, toda a minha vida fica uma lástima, porque quem comanda a minha vida são os sentimentos.
Temos tantas ilusões dentro de nós que fica difícil relacionarmo-nos com os outros. Como aceitar o outro se não nos aceitamos, nem mesmo a nós mesmos? Como permitir que o outro seja ele mesmo, se nós não nos permitimos ser como somos? Deixamos os nossos sonhos tomarem conta de nós, idealizamos um relacionamento e quando entramos em contacto com o relacionamento real ficamos decepcionados, magoados.
A mágoa vem do orgulho vem das fantasias que temos, e essa ilusão de perfeição, de que tudo tinha que ser como eu imaginei e não como é, vem de crenças de que é o outro que tem de me fazer feliz. Ofendemo-nos, ficamos magoados, generalizamos posturas e experiências. Dizemos que "é sempre assim"... Que "a felicidade não existe", etc. Prometemos a nós mesmos que não vamos entrar noutra. Juramos que nunca mais seremos burros ou ingénuos e acabamos por fechar o nosso coração. Com o tempo, temos vontade de experimentar novamente, mas lá dentro de nós existe uma promessa de não arriscar mais para não sofrermos e não nos magoarmos outra vez.
Na maioria dos casos, vingamo-nos do outro por nos ter feito sofrer. Impedimo-nos de ir, continuamos feridos, cheios de defesas, cheios de medo, receosos. Com medo de sofrer, sofremos. Acabamos reclamando de que temos carência afectiva, de solidão, sem atentar ao facto de que carente não é quem não tem amor, mas sim aquele que tem , mas não dá com medo de ser pisado.

A FORÇA DA PALAVRA

A palavra tem uma força descomunal,
contém uma energia, sobrenatural.
Tanto agride e desconcerta,
quanto consola na hora certa.
Mal usada desencaminha e destrói,
Bem aplicada, orienta e reconstrói,
precipitada, mágoa e ofende,
reflectida, é escudo que defende.
Pode muito mais do que se imagina,
Deprime, mas acaba com a rotina,
Desfaz crenças e desperta a Fé,
Desencaminha e também orienta,
Liberta, aprisiona, apascenta.
Propala engodo, mostra verdade,
Expressa ódio, indiferença, calor,
Liberta a energia nela contida,
e podemos modificar a nossa vida,
de forma clara e consistente,
que queremos, podemos e devemos,
Viver em Paz e com Amor.
Crendo, realizar-se-á,
Pela força que na Palavra há.

domingo, 4 de janeiro de 2009

SENHOR

Senhor,
Ó Deus, sois o único Senhor de nossa vida, de nosso coração e de nosso destino. Libertai-nos dos falsos senhores que nos iludem com suas promessas, pois não trazem nem vida nem paz. Dai-nos força para resistir e para buscar a paz através da justiça e do serviço humilde a todos. Amem

Fazei-me um instrumento de vossa paz
Senhor, fazei-nos instrumento de vossa paz na medida em que procurarmos viver em paz com nós mesmos, com a comunidade mais próxima, com a sociedade desigual e no meio dos priores conflitos. Que possamos nos esforçar para suportar tensões e contradições, buscando manter comunhão com todas as criaturas e tornando visível a vossa paz. Amem

Onde houver ódio, que eu leve o amor
Senhor, onde houver ódio, que eu leve o amor. Fazei que desentranhemos de nós o amor escondido sob as cinzas de ódios secretos. Que nosso amor aos outros suscite o amor escondido neles, capaz de transformar o ódio. Fazei que o amor incendeie nossos corações, irradie em nossas atitudes e se realize em nossas acções, para que o ódio não tenha mais lugar dentro de nós. Amem

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão
Senhor, onde houver ofensa, que eu leve o perdão. No dia em que fizerdes o balanço de nossa história, perdoai os que ofenderam e humilharam nossos irmãos e irmãs, pois eles também são vossos filhos e filhas. Mas dai-nos força para nunca fazermos o que eles fizeram. Antes tornai-nos seres de solidariedade, de compaixão e de amor ilimitado. Amem

Onde houver discórdia, que eu leve união
Onde há discórdia, que eu leve a união. Dai-nos sede de justiça, de compreensão e de tolerância para convivermos jovialmente uns com os outros. Dai-nos um coração que sinta o pulsar do coração do universo e de cada criatura, sintonizando com o vosso coração divino que tudo une, tudo diversifica e tudo faz convergir. Amem

Onde houver dúvida, que eu leve a fé
Senhor, onde houver dúvida, que eu leve a fé. Não deixeis que a dúvida apague as estrelas-guias que iluminam nossa caminhada. Dai-nos a fé-confiança que nos coloca em vossas mãos. Concedei-nos a fé-crença em vosso desígnio que nos quer reunidos em vosso reino junto com toda a criação. Amem

Onde houver erro, que eu leve a verdade
Senhor, onde houver erro, que eu leve a verdade. Fazei-nos corajosos na descoberta de nossos erros, especialmente daqueles que encobrem vossa presença em todas as coisas. Que a verdade brilhe por nossas palavras sinceras, por nossos gestos humanizadores, por nossas intenções puras e por nossa busca permanente de fidelidade à verdade. Nunca permitais que oprimamos os outros em nome da verdade religiosa. Amem

Onde houver desespero, que eu leve esperança
Senhor, onde houver desespero, que eu leve a esperança. Que eu seja solidário na luta dos que buscam a justiça. Que saiba criar uma atmosfera de confiança ilimitada no vosso misterioso projecto de amor. Que tenha palavras inspiradas para suscitar a esperança inapelável de vivermos para sempre em vossa casa com todos os que precederam na história. Amem

Onde houver tristeza, que eu leve alegria
Senhor, onde houver tristeza, que eu leve a alegria. Fazei que a minha alegria nasça da compaixão sincera pelos que sofrem, da solidariedade verdadeira com os injustiçados e de minha própria conversão à fraternidade universal. Amem

Onde houver trevas, que eu leve a luz
Senhor, onde houver trevas, que eu leve a luz. Vós sois a luz verdadeira que ilumina cada pessoa que vem a este mundo. Fazei que eu possa, por palavras inspiradas, por gestos consoladores e por um coração caloroso, dissipar as trevas humanas para que vossa luz nos mostre o caminho e trazer alegria à vida. Amem

Ó Mestre,
Ó Mestre, fazei que em nosso interior ressoe vossa sabedoria e o exemplo de vossa coerência até a morte. Que sejamos vossos discípulos fiéis na medida em que realizarmos o que nos ensinais para sermos verdadeiramente instrumentos de amor e de paz. Amem

Fazei que eu procure mais consolar, do que ser consolado
Ó Mestre, que eu possa sair da minha própria dor para escutar o grito de quem sofre ao meu lado. Que tenha palavras que consolem e gestos que criem serenidade, entrega confiante e paz profunda. Amem

Fazei que eu procure mais compreender, do que ser compreendido
Fazei que consiga acolher o outro assim como é. Só assim o compreenderei como quero ser compreendido. Concedei-me ver o menor sinal de verdade, de bondade e de amor no outro para reforçá-lo e permitir que venha à plena luz. Amem

Fazei que eu procure mais amar, que ser amado
Ó Mestre, que eu acolha com generosidade e alegria o amor que me é dado, mas que me empenhe sobretudo em fazer com que os que me cercam se sintam amados. Fazei que nos sintamos amados por Vós para experimentarmos a suprema felicidade concedida nesta vida. Amem

Pois é dando que se recebe,
Ó Mestre, fazei-nos entender que dando generosa e gratuitamente receberemos também com superabundância tudo o que precisamos. Que possamos orientar nossa vida pela generosidade que nos devolverá sempre mais compreensão, mais acolhida e mais amor. Amem

É perdoando que se é perdoado
Ó mestre, muitas vezes e de muitos modos nos perdoastes ilimitadamente, como uma Mãe amorosa perdoa um filho. Fazei que perdoemos também nós a quem nos tem ofendido. E que nunca deixemos de crer na generosidade do coração, capaz de perdoar mesmo quando injustamente ferido por muitas ofensas. Amem

E é morrendo que se vive para a vida eterna
Ó mestre, ensinai-nos a viver de tal forma que acolhamos a morte como amiga e irmã. Ela não nos tira a vida, mas nos conduz à fonte de toda vida. Que possamos perceber na vida terrena o começo da vida celestial e eterna. Amem

FELIZ ANO NOVO DE 2009

Será um Ano Novo de verdade?
Ficamos pensativos nesta época. O ano novo esta aí, e agora?
Tu já paras-te para agradecer por este ano que vives-te?
Ou já estás no ritmo alucinante do novo?. e esqueces-te no que podes fazer para melhorar.
Pensa e lembra-te daquele abraço que não deste.
Pensa e lembra-te daquele pedido de desculpas que por orgulho não deste.
Pensa e lembra-te das atitudes impensadas com aquela pessoa querida.
Tu já paras-te para pensar que Deus está a todo momento olhando-nos? as nossas atitudes, os nossos méritos, as nossas tristezas, as nossas alegrias.
Tudo isso é contado no momento que vamos embora desta terra e no dia do juízo final.
Agradece neste novo ano a chance que tu tiveste de mais um dia de vida.
Neste novo ano, fecha os teus olhos e agradece, não peças. Deus, lá em cima sabe o que merecemos, e tu és o único responsável pelas coisas que tens e fazes. Se não tens, é porque não fazes por merecer. Há algo errado para não ter e ser. Pensa e medita.
Neste novo ano, se tiveres um pedido para fazer. Pede para te tornares uma pessoa melhor, e merecedora de tudo o que este mundo pode te proporcionar.
Desejo a todos um ano novo estonteante de alegria interior, e que as coisas boas venham de dentro das pessoas para fora.
Este é o segredo.
Ano Novo… é hora de acordar... Felicidades.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

HIPERTENSÃO ARTERIAL

O coração é uma bomba eficiente que bate de 60 a 80 vezes por minuto durante toda a nossa vida e impulsiona de 5 a 6 litros de sangue por minuto para todo o corpo.
Pressão arterial é a força com a qual o coração bombeia o sangue através dos vasos. É determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo.
Ela pode ser modificada pela variação do volume de sangue ou viscosidade (espessura) do sangue, da frequência cardíaca (batimentos cardíacos por minuto) e da elasticidade dos vasos. Os estímulos hormonais e nervosos que regulam a resistência sanguínea sofrem a influência pessoal e ambiental.

O que é?
Hipertensão arterial é a pressão arterial acima de 140x90 mmHg (milímetros de mercúrio) em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos e confirmada em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas.
Elevações ocasionais da pressão podem ocorrer com exercícios físicos, nervosismo, preocupações, drogas, alimentos, fumo, álcool e café.

Cuidados para medir a pressão arterial
Alguns cuidados devem ser tomados, quando se verifica a pressão arterial:
repouso de 15 minutos em ambiente calmo e agradável;
a bexiga deve estar vazia (urinar antes);
após exercícios, álcool, café ou fumo aguardar 30 minutos para medir;
o manguito do aparelho de pressão deve estar firme e bem ajustado ao braço e ter a largura de 40% da circunferência do braço, sendo que este deve ser mantido na altura do coração;
não falar durante o procedimento;
esperar 1 a 2 minutos entre as medidas;
manguito especial para crianças e obesos devem ser usados;
a posição sentada ou deitada é a recomendada na rotina das medidas;
vale a medida de menor valor obtido.

Níveis de pressão arterial
A pressão arterial é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassar a 130 e a diastólica (mínima) for inferior a 85 mmHg.
De acordo com a situação clínica, recomenda-se que as medidas sejam repetidas pelo menos em duas ou mais visitas clínicas.
A hipertensão arterial pode ser sistólica e diastólica (máxima e mínima) ou só sistólica (máxima). A maioria desses indivíduos, 95%, tem hipertensão arterial chamada de essencial ou primária (sem causa) e 5% têm hipertensão arterial secundária a uma causa bem definida.
O achado de hipertensão arterial é elevado nos obesos 20 a 40%, diabéticos 30 a 60%, negros 20 a 30% e idosos 30 a 50%. Nos idosos, quase sempre a hipertensão é só sistólica ou máxima.

Hipertensão arterial sistémica
A hipertensão arterial sistémica é uma doença crónica que, quando não tratada e controlada adequadamente, pode levar a complicações que podem atingir outros órgãos e sistemas.
No sistema nervoso central podem ocorrer enfartes, hemorragia e encefalopatia hipertensiva.
No coração, pode ocorrer cardiopatia isquêmica (angina), insuficiência cardíaca, aumento do coração e, em alguns casos, morte súbita.
Nos pacientes com insuficiência renal crónica associada sempre ocorre nefroesclerose.
No sistema vascular, pode ocorrer entupimentos e obstruções das artérias carótidas, aneurisma de aorta e doença vascular periférica dos membros inferiores.
No sistema visual, há retinopatia que reduz muito a visão dos pacientes.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico:
O que é pressão alta?
Qual o nível da minha pressão?
Devo fazer verificação da minha pressão em casa?
O que pode me acontecer se eu não tratar a pressão alta?
Quais os efeitos colaterais do tratamento?

STRESS E CORAÇÃO

Existem pesquisas que mostram que o stress afecta o organismo causando alterações celulares de maneira a aumentar a incidência de doenças. O stress está ligado às doenças do coração e à hipertensão arterial, podendo também ter uma relação com o surgimento do cancro.
A relação com funções imunológicas ainda não está esclarecida. Estudos mostram que pessoas que têm amplas relações sociais e contactos com pessoas - amigos, vizinhos, parentes, colegas de serviço - têm menor incidência de resfriados do que os que vivem num ambiente restrito de relacionamentos.
O American Journal of Medicine em 1997 publicou um trabalho onde é mostrado que o contacto escasso com pessoas é um factor de risco maior do que o cigarro para contrair doenças virais respiratórias. Pensamentos antigos estão ressurgindo. Hipócrates em 500 AC já dizia que as emoções estão ligadas à saúde. Hoje os cientistas estão conseguindo demonstrar que as paixões podem desencadear doenças. Descobriram que certas células do corpo humano são capazes de enviar mensagens entre células nervosas e o sistema imunológico.
Estudos em animais mostraram que a interrupção dessa comunicação entre as células, seja pela engenharia eléctrica ou pelo uso de drogas, está associada com uma maior susceptibilidade às doenças da tiróide, doenças inflamatórias e artrites.
A maioria dos estudos relaciona o stress à hipertensão e às doenças do coração. Dados convincentes sugerem que o medo crónico, a ansiedade, a solidão e a depressão podem ser letais para pessoas com doenças do coração.
É significativo o facto de que os ataques cardíacos são provocados pela agregação de plaquetas formando coágulos, fenómeno conhecido como "correr ou lutar" e desencadeado pelo medo ou pavor. Todos nós estamos constantemente experimentando o stress de uma ou outra forma.

Stresse Agudo E Crónico.

O stress agudo
É o consequente a um acontecimento traumático, como a perda de um ente querido, um assalto, uma doença grave na família, a perda do trabalho, perda de um bem.

O stress crónico
É o do dia a dia, como os problemas de trânsito, da profissão, económicos, relações de trabalho, de família. Nas situações de stress o corpo liberta dois harmónios, a adrenalina e a cortisona.
Como resposta a esses dois harmónios as plaquetas agregam-se, as células imunológicas são activadas, o açúcar do sangue vai para os músculos para lhes proporcionar energia, a respiração e a frequência cardíaca aumentam e a pressão arterial sobe. A cortisona de início mantém a resposta ao stress e depois lentamente vai diminuindo até o organismo voltar à função normal. Quando a situação stressante persiste, a reacção persiste e pode tornar-se prejudicial em vez da reacção benéfica inicial.

A chamada resposta alostática, o que é?
Em 1998, no New England Journal of Medicine, foi publicado um trabalho que usa o termo alostático, que vem do grego e significa "encontrar estabilidade através da mudança". Este é um termo usado para explicar a adaptação que o organismo encontra quando é submetido a um stress crónico. O preço que o organismo paga para obter e conservar essa adaptação pode ser alto. Algumas pessoas submetidas a stress crónico tornam-se hiperactivas ou hipoactivas quando expostas à situação stressante. Uma produção muito pequena ou muito grande de harmónios frente a uma situação de stress pode ser prejudicial por desencadear a produção de substâncias alternativas afim de corrigir o excesso ou carência desses harmónios. Assim, um excesso de cortisona:
-aumenta a produção de insulina;
-provoca fraqueza dos músculos;
-predispõe a infecções e a descalcificação dos ossos;
-favorece a depressão e a degenerações do cérebro que levam à perda da memória.
Ainda não se sabe porque certas pessoas não desligam a "reacção ao stress" continuando a produzir os harmónios uma vez terminado o motivo que o desencadeou. Também se ignora porque outras pessoas não produzem os harmónios do stress quando deles necessitam.
As pesquisas sugerem que exercício moderado e regular é a melhor maneira de se opor aos efeitos prejudiciais do stress. As pessoas que regularmente fazem exercício percebem que toleram o stress muito melhor e não necessitam mais comer muito ou tomar grandes doses de álcool quando estão em situações de stress afim de se acalmarem.
Reduzir o stress não significa que você deve mudar da cidade para o campo, abandonar seu emprego, se aposentar, largar o automóvel ou mudar de profissão. Basta fazer mais exercícios físicos, aumentar seu círculo de relações, participar de actividades sociais, mudar os seus horários de trânsito.

O ATAQUE DE CORAÇÃO

O termo dos médicos para ataque de coração é Enfarte do Miocárdio.
Enfarte do miocárdio, doença isquêmica do coração, obstrução das coronárias, crise cardíaca.
O que é?
O enfarte do miocárdio dá-se quando o suprimento de sangue a uma parte do músculo cardíaco é reduzido ou cortado totalmente. Isso acontece quando uma artéria coronária está contraída ou obstruída, parcial ou totalmente.
Com a supressão total ou parcial da oferta de sangue ao músculo cardíaco, ele sofre uma injúria irreversível e, parando de funcionar, o que pode levar à morte súbita, morte tardia ou insuficiência cardíaca com consequências desde severas limitações da actividade física até a completa recuperação.
O enfarte do miocárdio é a causa mais frequente de morte nos Estados Unidos.
O enfarte do miocárdio pode também acontecer em pessoas que têm as artérias coronárias normais. Isso acontece quando as coronárias apresentam um espasmo, contraindo-se violentamente e também produzindo um défice parcial ou total de oferecimento de sangue ao músculo cardíaco irrigado pelo vaso contraído.
Esse tipo de espasmo também pode acontecer em vasos já comprometidos pela arteriosclerose.

Angina do Peito
A angina do peito apresenta-se sob duas formas, a estável e a instável.
Tanto a instável como a estável têm manifestações ou sintomas semelhantes aos do enfarte do miocárdio. Elas podem evoluir para um enfarte do miocárdio quando não tratadas.
A angina do peito estável se diferencia do enfarto por algumas das características abaixo:
Duração da dor - geralmente é de mais curta duração, se durar mais do que 15 minutos provavelmente se trata de enfarto.
A dor surge com o esforço e passa com a parada, com o repouso.
As manifestações paralelas não costumam ser tão intensas como no enfarto.
A dor ou opressão retroesternal passa com o uso de comprimidos sublinguais de nitro derivados. Se a dor não ceder provavelmente se trata de um enfarto.
Os sintomas da angina de peito estável variam de pessoa para pessoa, mas, num mesmo indivíduo, costumam ser semelhantes, e num mesmo indivíduo costumam ter os seus factores desencadeantes bem conhecidos, como fazer força, caminhar no vento frio, subir escadas, actividade sexual, e outras.
Os sintomas da angina de peito instável costumam surgir em repouso ao levantar pela manhã, e são de aparecimento súbito, com dores e desconforto moderado a severo, evoluem rapidamente para um estágio em que há um aumento no desconforto e na dor, tanto na intensidade como severidade.

Alerta:
A angina de peito pode ser considerada uma dor amiga, uma manifestação desagradável, mas que avisa estar acontecendo algo de errado e grave com o coração, fazendo com que a pessoa atingida procure recurso médico antes que a doença se agrave.

Sinais de Alarme
Os mais comuns são:
Pressão e desconforto, dor em aperto no centro do peito que dura mais do que alguns minutos ou que vai e volta.
Dor do centro do peito que irradia para os ombros, queixo, pescoço e braços, mais frequentemente para o braço esquerdo.
Desconforto no peito com sensação de cabeça leve, sensação de desmaio, suores e falta de ar.
Os menos comuns são:
Dores atípicas, vagas, na boca do estômago, peito ou barriga.
Náusea ou vómitos sem dor no peito.
Respiração curta ou dificuldade de respirar, mesmo sem dor no peito.
Ansiedade inexplicável, fraqueza ou fadiga.
Palpitações, suores frios ou palidez, que às vezes vão e voltam.

Curiosidades
Nos homens a dor pré-cordial é o sintoma mais frequente, já nas mulheres o cansaço e fadiga extrema são os sintomas mais encontrados.
Nas mulheres é mais frequente sentir náuseas, dores nas costas, pescoço ou queixo.
Muitas vezes, sintomas outros que não a dor, são sentidos já há muito tempo antes do enfarte ocorrer.
A intensidade da dor do enfarte varia muito de doente para doente. A dor não necessita ser intensa.
A dor geralmente irradia para o braço esquerdo, mas em 15% dos atingidos irradia para o braço direito.
Muitos sintomas de doença das coronárias são ignorados pelos pacientes e também pelos médicos. Existem enfartes silenciosos, que são revelados ao electrocardiograma ou outros exames por ocasião de exames rotineiros.
Exija do seu médico que investigue a causa de seus sintomas, principalmente se pertencer a um grupo de risco.
A parte do coração que necrosar, morrer, por ocasião de um enfarte não é mais viável e não produzirá sintomas como dor. Logo, enquanto o doente sentir dor resta tecido cardíaco viável que pode se recuperar por si ou com tratamentos adequados. Quanto antes esse tecido doente for tratado, maiores as chances de ser recuperado.
Se isso acontecer, se notar uma ou mais de uma das manifestações acima, não espere, vá ou chame imediatamente um serviço de emergência.

Prognóstico do Enfarte do Miocárdio
O prognóstico quanto à qualidade de vida e a duração da vida após um enfarte do miocárdio depende da gravidade, da extensão do enfarte e de outras doenças que acompanham o paciente.
Cerca de 1 milhão e meio de pessoas sofrem um enfarte nos Estados Unidos por ano. Nos últimos anos, tem aumentado a incidência de enfartes em mulheres, por outro lado a sobrevivência tem aumentado devido à mais eficazes meios de tratamento.
A curto prazo, o prognóstico é pior em pessoas idosas, diabéticos, portadores de insuficiência cardíaca e portadores de insuficiência renal.
A causa mais frequente de morte em pessoas vítimas de enfarte é o choque que acontece em 7% dos casos. A incidência de choque não tem diminuído nos últimos anos.
O bloqueio aurículo ventricular é frequente e pode ser tratado com marcapassos.
A longo prazo, o prognóstico, tanto para a duração quanto para a qualidade de vida, também dependem da severidade do enfarte e das medidas preventivas tomadas.
Não existem testes para prever quando um novo ataque vai ocorrer. Admite-se que até 30% de novos ataques fatais e de cirurgias cardíacas podem ser evitadas com a adopção de um estilo de vida saudável e adesão ao tratamento.
Os médicos sabem que 66% dos pacientes não mudam o seu estilo de vida e não seguem as prescrições e conselhos médicos para evitar um novo enfarte.

O Diagnóstico Das Doenças De Coronárias
Para o diagnóstico das doenças das coronárias, existem diversos métodos a disposição do médico delimitando o quanto as suas coronárias estão doentes. Alguns são feitos em consultório, outros em serviços especializados e outros ainda em hospital.

Anamnese e Exame Clínico
Denomina-se anamnese a história da doença relatada pelo paciente ou familiares. As informações colhidas pelo médico podem sugerir, com maior ou menor certeza, um diagnóstico.
Como segundo passo, o médico realiza o que se denomina o exame clínico. Os achados encontrados nessa avaliação, mais os dados da história da doença, permitem ao médico fazer uma hipótese diagnóstica ou mesmo um diagnóstico.
Para confirmar o diagnóstico, o seu médico pedirá exames complementares, que, no caso de uma doença do coração, são os que se seguem.

O Eletrocardiograma
O electrocardiograma realizado em repouso é útil para diagnosticar arritmias, aumento de cavidades, distúrbios de condução, manifestações sugestivas de distúrbios de perfusão, de distúrbios metabólicos ou medicamentosos.
Se a história clínica do paciente for sugestiva de doença isquêmica do coração e se o electrocardiograma de repouso for normal, deve-se prosseguir na investigação.

O Teste de Esforço
É um teste para verificar a tolerância do coração a um esforço. Realiza-se com o paciente pedalando uma bicicleta estacionária ou caminhando sobre uma esteira, enquanto o médico observa ou registra o electrocardiograma.
Uma outra possibilidade de testar a capacidade do coração é a que se faz administrando-se uma substância radioactiva que se fixa no músculo cardíaco.
Se existirem no coração zonas menos irrigadas pelo sangue lá haverá menor fixação do radioisótopo. Por esse teste se pode ver como o coração se move e como o sangue se distribui pelo músculo cardíaco. Pode-se observar com esse teste como o coração se comporta em repouso e ao esforço.
Se a pessoa tiver outras doenças e não for capaz de realizar o teste de esforço físico, poderá ser feito o teste com um medicamento que active o seu coração e dilate as artérias coronárias. Um electrocardiograma feito durante o teste fornece as mesmas informações que o teste feito com a esteira ou bicicleta.
Esses testes de esforço ou stress mostram como o coração está funcionando, mas não mostram o local exacto do coração onde se localiza a doença, qual a artéria bloqueada e qual o grau de obstrução.
A fim de esclarecer essa dúvida recorre-se ao cateterismo cardíaco.

O Cateterismo Cardíaco
O cateterismo cardíaco, angiograma ou cinecoronariografia são termos relacionados, ainda que não signifiquem a mesma coisa.
Através da cinecoronariografia podemos analisar as artérias coronárias.
Para a sua realização, um cateter é introduzido através de uma artéria do braço ou perna e é dirigido até o coração onde, pela injecção de um contraste nas cavidades cardíacas, se pode analisar as cavidades e as válvulas cardíacas. Injectando o contraste nos orifícios de abertura das coronárias podemos analisar o seu estado.

O Ecodoplercardiograma
Através desse exame colhem-se informações sobre a anatomia e a função do coração. Para o diagnóstico de doença isquêmica esse exame não tem maior utilidade.

Angiotomografia
Por este método conseguimos estudar os vasos do coração, em três dimensões e se pode obter uma boa informação sobre deficiências circulatórias.

O Que Podemos Esperar desses Testes
Os testes de esforço permitem ao seu médico saber quanto do coração está a perigo ou quanto já foi destruído. Mostra o local e o grau de obstrução de uma artéria e o número de vasos atingidos. Todos esses dados são importantes para que o médico possa fazer um prognóstico baseado na sua experiência. Outro resultado desses exames é o facto de que permitem orientar o tratamento.

Basicamente os tratamentos das doenças de coronárias são de três ordens:
Tratamento médico
Angioplastia
Cirurgia de bypass

Tratamento Médico
O tratamento médico compõe-se de medicamentos, medidas dietéticas e medidas sóciohigiênicas.
Medicamentos - O seu médico irá decidir qual é o mais indicado para o se caso. Os medicamentos têm efeitos colaterais que podem até agravar uma situação clínica. Existem drogas que são contra-indicadas para algumas pessoas e não para outras e drogas que competem entre si, que têm o seu aproveitamento alterado em função de medicamentos ingeridos para outras doenças. Ouça o seu médico sobre qual medicamento é o mais conveniente para o seu caso.

Recomenda-se tratamento médico para os seguintes casos:
Obstrução de somente uma artéria.
Obstruções menos severas.
Para os pacientes que não tenham crises de angina muito frequentes.
Para pacientes que foram internados em crise e que responderam bem ao tratamento e repouso realizado durante a internação.
Os medicamentos mais usados são a aspirina, os nitro-derivados e os beta- bloqueadores.
Só use medicamentos sob a orientação de um médico. Um medicamento mal indicado ou mal usado pode até causar a morte de quem o recebe.

A Angioplastia
Assim como no cateterismo, um cateter é introduzido pela coronária até o local onde está a obstrução. No local estreitado, um pequeno balão é insuflado e a parte estreitada é dilatada. Depois se retira o balão e se avalia se o fluxo do sangue se restabeleceu parcial ou totalmente.
Pode-se também deixar no local da obstrução um stent, que é uma pequena mola de metal que é contraída e introduzida até a parte estreitada. Uma vez colocada no lugar certo a contracção da mola é liberada, ela se dilata e junto alarga a zona estreitada da artéria.

Benefícios da angioplastia:
Alivio da angina.
Permite um aumento da actividade física livre de angina.
Permite o retorno às actividades normais.
Menor consumo de medicamentos.
Menos temor e medo.

Possíveis riscos da angioplastia:
Piora da angina.
Exigir cirurgia de bypass de urgência. Isso acontece em 2 a 5% dos casos.
Enfarte do miocárdio durante o procedimento.
Lesão da artéria.
Reobstrução do vaso que foi dilatado. Acontece em cerca de 40% dos casos nos seis meses que se seguem ao procedimento, exigindo nova angioplastia ou cirurgia.
Morte durante o procedimento.

Cirurgia de Revascularização
A cirurgia de revascularização usa uma veia da perna ou uma artéria do peito para fazer uma união da aorta até um ponto além daquele em que a coronária está obstruída, a fim de permitir uma passagem do sangue.
A angioplastia está indicada para os pacientes com obstruções graves, principalmente as da artéria coronária esquerda principal ou nas obstruções múltiplas. Pode ser uma medida de urgência quando acontecem acidentes durante a angioplastia. Outra indicação da colocação de pontes é a de quando os pacientes não melhoram com o tratamento clínico.
A cirurgia de bypass coronário oferece uma boa oferta de sangue para as regiões anteriormente mal perfundidas.

Benefícios possíveis com a cirurgia de bypass:
Prolongar a vida.
Aliviar os sintomas.
Aumentar a actividade física.
Permitir o retorno às actividades prévias.
Reduzir o consumo de medicamentos.
Reduzir o medo e ansiedade.

Riscos possíveis com a cirurgia de bypass:
Sangramentos, que podem exigir nova cirurgia.
Infecções.
Acidente vascular cerebral.
Formação de coágulos e embolias.
Falência de órgãos, tais como rins, fígado e pulmões.
Enfarte do miocárdio.
Morte.

O que é melhor – Angioplastia ou Cirurgia?
Quem deve decidir isso é o seu médico.
Os dois procedimentos têm a mesma finalidade.
Os dois procedimentos podem melhorar a função do seu coração.
De um modo geral a angioplastia é mais recomendada por ser:
Menos invasiva do que a cirurgia.
Hospitalização mais breve.
Menor custo.
Permite um retorno precoce às actividades.
O que fazer depois da Angioplastia ou Cirurgia de Bypass?
Os dois procedimentos não curam a doença básica, a ateroesclerose.
Os dois procedimentos visam melhorar a perfusão de zonas isquêmicas do coração. Nem sempre essa melhora é de 100%.
Siga as condutas recomendadas para controlar os factores de risco da ateroesclerose.
Ouça o seu médico, siga as suas orientações.
Tome os medicamentos com regularidade.
Faça dieta e exercícios conforme orientação médica.
Mude o seu estilo de vida, corrigindo o que estiver errado.
Entenda a sua doença, busque informações com o seu médico, pergunte a ele o que está lhe preocupando.
Evite obter informações em revistas leigas ou pessoas leigas. Mesmo as que já passaram pela mesma situação não são fontes fidedignas.
A sua doença pode ser diferente da de outras pessoas embora os sintomas e diagnósticos sejam semelhantes.
Volte ao seu médico quando tiver dúvidas.
Não esconda os sintomas, as alterações de comportamento, as trocas de medicamentos que acontecerem. Comunique-se com o seu médico.
Não faça diagnósticos em você mesmo. Se acontecer algo de diferente pergunte ao seu médico se isso tem algum significado ou não.

NÃO DESISTAS

Não desistas do teu ideal.
Não desistas do teu sonho.
Mesmo que a caminhada seja longa e tortuosa... Persiste. INSISTE.
Não te desanimes com as quedas que tu possas ter, pois elas estão ali só para tentar destruir os teus sonhos.
Sê forte, levanta-te e continua a caminhar.
Caminhar com todas as tuas forças, sempre pensando que no fim da jornada está a realização dos teus sonhos,
está a tua felicidade.
Muitas pessoas jogam pedras no nosso caminho para que não realizemos os nossos objectivos, os nossos sonhos.
Passa por cima delas, chute-as para bem longe e continua o teu caminho.
Nesta caminhada, encontrarás algumas pessoas que estarão ao teu lado, andando de mãos dadas contigo.
Estes são os teus verdadeiros amigos, que sonham contigo e que te ajudam para a realização deles.
Não desistas nunca.
Sê forte e luta com todas as tuas forças,
porque quem persiste e insiste, sempre alcança.

SENTIMENTOS DA VIDA

O SORRISO:
É o cartão de visitas das pessoas saudáveis.
Distribua-o carinhosamente.
O DIÁLOGO:
É a ponte que liga as duas margens, do eu à do tu.
Transmita-o bastante.
O AMOR:
É a melhor música na partitura da vida.
Sem ele, TU serás um eterno desafinado.
A BONDADE:
É a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.
Planta essas flores.
A ALEGRIA:
É o perfume gratificante, fruto do dever cumprido.
Esbanje-a, o mundo precisa dela.
A PAZ DA CONSCIÊNCIA:
É o melhor travesseiro para um sono tranquilo.
Viva em paz consigo mesmo.
A FÉ:
É a bússola certa para os navios incertos, procurando as praias da eternidade.
Utilize-a.
A ESPERANÇA:
É o bom vento desfraldando as velas do nosso barco.
Chame-a para o seu quotidiano.
PAZ:
Sentimento difícil de ser obtido se não tivermos um coração puro.
Utilize-a em todos os momentos da vida.